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MEMÓRIA QUE ILUMINA

As Aparições

Conheça a história que deu origem ao Santuário, os acontecimentos preservados pela tradição local e os lugares que continuam acolhendo peregrinos em Natividade.

MARCOS DA MEMÓRIA

Linha do tempo

Uma síntese dos principais acontecimentos registrados na tradição histórica das Aparições de Nossa Senhora de Natividade.

9 MAI 1967

Primeiro encontro

O primeiro relato ocorre quando Dr. Fausto de Faria estava sozinho, acompanhando trabalhos realizados na propriedade da família.

17 MAI 1967

Segundo relato

Oito dias depois, a tradição registra novo acontecimento no mesmo local, desta vez enquanto outras pessoas estavam nas proximidades.

12 JUL 1968

Nova aparição e mensagem

Um ano depois, os relatos preservados pelo Santuário registram uma nova aparição, acompanhada de uma mensagem mais longa.

12 JUL 1977

O adeus

A tradição documental ligada ao testemunho de Dr. Fausto registra, dez anos depois, um último episódio de despedida.

ONDE A HISTÓRIA COMEÇOU

O Local das Aparições e o regato

Os cinco relatos preservados situam as Aparições em um mesmo ponto junto ao regato, na área rural de Natividade. É neste lugar que a memória das Aparições encontra seu núcleo físico e narrativo.

Hoje, o espaço preservado reúne o regato, a imagem de bronze e marcos que ajudam o peregrino a reconhecer o ponto ligado aos acontecimentos narrados por Dr. Fausto de Faria.

5 Aparições1967–1977 ciclo dos relatos1 lugar junto ao regato
Conheça o Local das Aparições
Regato preservado no Local das Aparições

AS MENSAGENS DAS APARIÇÕES

Três mensagens para guardar e transmitir

As três últimas Aparições, em 1967, 1968 e 1977, estão ligadas a mensagens preservadas na documentação da família Faria e publicadas em Eu vi a Mãe de Cristo.

1ª MENSAGEM12 de julho de 1967

Ditada durante a terceira Aparição, junto ao regato. A mensagem liga diretamente água, Cefas, Fé e Amor.

“Esta água passa por uma Cefas que há muitos anos caiu de onde eu venho.”

Na história: é a mensagem que introduz a Cefas e estabelece sua relação com a água e com Natividade.

Ler a mensagem completa

“Os meus símbolos têm vários nomes, mas Eu sou uma única criatura.

Para os céticos e incrédulos, Eu sou a mensageira das verdades divinas.

Esta água passa por uma Cefas que há muitos anos caiu de onde eu venho. Quem dela beber, penitenciando-se, conhecerá os milagres da Fé e do Amor.

Não deixe que o meu templo seja incendiado, o templo do meu primeiro símbolo.

Apanhe esta Cefas de ferro, minério do qual o Brasil é muito rico. Guarde-a íntegra em Natividade e, todos os anos, traga-a para ser colocada nesta água.

Volte à sua vida e ao seu destino.

Ponha as mãos assim, como estão as minhas, dentro d’água, junto aos meus pés.”

2ª MENSAGEM12 de julho de 1968

A mais extensa das três mensagens, ditada durante a quarta Aparição. Reúne temas de fé, maternidade divina, Igreja, missão evangelizadora, família, paz, humildade e oração.

“Que conserve meu templo sempre aberto, intransigível e inviolável.”

Na história: amplia a dimensão espiritual das Aparições e contém a referência à frase sigilosa, que permanece preservada em segredo.

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“Eu sou realmente Míriam, Mãe Imaculada de Jesus unigênito.

Meu símbolo primordial, porque característico, é a maternidade divina, razão da minha própria existência.

Meu templo, que os ímpios e os apóstatas também tentam destruir, é o culto universal à minha condição de Mãe de Deus feito homem.

Eu sou a mensageira da fé e do amor para a cristandade traumatizada pela discórdia, em meio à humanidade ameaçada em seu espiritualismo.

À Igreja de meu Filho – guardiã e intérprete primeira de sua doutrina – e da qual também sou Mãe, eu transmito a seguinte exortação:

Que, sem renúncia à sua essência e aos seus valores fundamentais, sabiamente continue a ajustar sua ação à face dos tempos, a fim de melhor cumprir sua sagrada missão espiritual, evangelizadora, sobretudo, e participar, da maneira mais ampla e decidida, mas pacificamente, na solução dos problemas de ordem social e econômica, atinentes à doença, à pobreza, à ignorância e à opressão, indispensável à paz dos povos e das nações.

Que não esmoreça no longo e árduo caminho da edificação de um só e grande templo que acolha a unificação do cristianismo, ampliando assim a fé e a pregação em defesa da família e da sociedade contra as forças desagregadoras da decadência espiritual e moral, os preconceitos, o orgulho e o ódio, a maldade e a violência.

Que restabeleça o primado do culto a Deus e a meu Filho, sem mácula das invocações àqueles cujas vidas comprovadamente santas sejam fontes perenes de virtudes.

Que conserve meu templo sempre aberto, intransigível e inviolável.

Que mantenha a respeitabilidade de seu templo, a hierarquia e a autoridade de seus oráculos episcopais, principalmente do maior, de Cefas.

Que se acautele com os incendiários da fé e da disciplina em seu próprio seio.

Atenção! Fica a seu critério a conveniência e a oportunidade da divulgação da seguinte frase:

— frase sigilosa preservada em segredo —

Que o homem, na sua genialidade e grandeza – dádivas de Deus – não se ofusque com as suas conquistas.

Em vão prenunciaram, porque este mundo só se extinguirá com a sua luz, não antes de passarem milhões de anos e de haver a humanidade caminhado para outros mundos.

Enquanto não for depositada definitivamente no templo do qual sou padroeira, em Natividade, que jamais falte alguém para guardar e aqui trazer todos os anos esta Cefas, penhor e símbolo da minha presença permanente neste regato e neste recanto abençoado de fé e de esperança, de consolo e resignação, e onde as graças por seu intermédio obtidas sejam apenas registradas no silêncio da humildade, das orações e penitências, em favor dos sofredores e infelizes, das almas, da união das famílias cristãs e espirituais, dos pecadores e incrédulos.

Esta é a minha imagem, nesta revelação. Que seja divulgada com esta mensagem.

Seu pedido de Fátima e de Lourdes não pode ser atendido, porque a fé não está condicionada às revelações de Deus. Sejamos bons e humildes e oremos para alcançá-la e senti-la.

Este é o meu segundo e último adeus desde Éfeso.

Eu abençôo a todos aqui presentes que vieram com fé ou em busca da fé, e desejo que minha bênção maternal chegue a todos quantos, homens e mulheres, em todas as partes do mundo, com renúncia, abnegação e sacrifícios, estão a serviço de Deus em seu apostolado e ministério.

Não sinta a indiferença e o insulto dos orgulhosos. Reze por eles. Adeus.”

3ª MENSAGEM12 de julho de 1977

Ditada na quinta e última Aparição, dez anos após a primeira mensagem. Retoma a Cefas, a Casa ligada a Éfeso e encerra o ciclo documental das Aparições.

“O importante é que eu estou vendo a todos.”

Na história: orienta a guarda definitiva da Cefas e aponta para o “novo templo”, imagem de Éfeso, em Natividade.

Ler a mensagem completa

“Dez anos.

Não se aflija mais com a responsabilidade da Cefas e da frase sigilosa em seu poder.

Deposite a primeira, embutida em cristal, visível, no meu novo templo, imagem de Éfeso, de onde me levaram ao encontro de meu Filho no Reino de Deus.

Perdôo-o. O importante é que estou vendo a todos.

Quanto à frase sigilosa, eu lhe direi em breve. Até breve.”

Fonte documental: Eu vi a Mãe de Cristo, de Ronaldo Faria — 10ª edição, 2024. A frase sigilosa da segunda mensagem permanece não publicada.

A HISTÓRIA PRESERVADA PELO SANTUÁRIO

Um testemunho que atravessou gerações

Segundo a memória histórica preservada pelo Santuário, os acontecimentos foram vividos pelo médico e advogado Dr. Fausto de Faria, em terras da Fazenda Coqueiro, na região de Natividade – RJ. Os principais relatos situam os episódios entre 1967 e 1968, com um novo registro em 1977.

A partir dessa experiência nasceu uma devoção que reuniu famílias, peregrinos e comunidades em torno da oração, das mensagens transmitidas no relato do vidente e dos sinais associados à história das Aparições.

Fonte histórica principal: Eu vi a Mãe de Cristo, de Ronaldo Faria, 10ª edição (2024), que reúne o diário de Dr. Fausto, documentos, fotografias e testemunhos ligados às Aparições.

Representação de Nossa Senhora de Natividade no Santuário
Cefas preservada no Santuário

UM SÍMBOLO DA HISTÓRIA

Cefas

O episódio da Cefas está ligado ao relato de 12 de julho de 1967 e ocupa um lugar central na memória das Aparições de Nossa Senhora de Natividade.

Preservada e exposta no Santuário, a pedra permite ao peregrino conhecer de perto um dos elementos materiais mais associados ao testemunho de Dr. Fausto de Faria e à história que se desenvolveu a partir daqueles acontecimentos.

Por estar diretamente ligada à narrativa das Aparições, sua história é apresentada aqui em continuidade com a linha do tempo, os registros históricos e os testemunhos preservados pelo Santuário.

PESOaprox. 175 g
CLASSIFICAÇÃOHematita especular
NATUREZAMinério de ferro
DOCUMENTAÇÃODNPM · Geologia e Mineralogia · 02/08/1967
12 JUL 1967 episódio preservado na memória histórica das Aparições

UM TESTEMUNHO PARA O FUTURO

Relato definitivo de Roberto Faria

Filho de Dr. Fausto de Faria, Roberto acompanhou de perto a história das Aparições e a formação do Santuário. Este vídeo foi preservado como seu relato definitivo, uma referência para as próximas gerações sobre acontecimentos que ele viveu de perto ao lado da família.

“Nossa Senhora apareceu para nos ensinar o caminho da paz, da oração e da conversão.”Roberto Faria

DO TESTEMUNHO À REPRESENTAÇÃO

Nossa Senhora de Natividade

Após os primeiros relatos, a memória da aparência de Nossa Senhora foi registrada em desenhos, anotações e estudos produzidos a partir do testemunho de Dr. Fausto de Faria. Os traços originais preservados mostram a figura, detalhes e observações de projeto ligados à sua representação.

A composição ao lado aproxima esses registros históricos da imagem hoje presente no Santuário, evidenciando o processo visual que liga o retrato descrito nos estudos originais à representação devocional preservada na memória das Aparições.

Composição dos traços originais, anotações e imagem devocional de Nossa Senhora de Natividade
traços, anotações e estudos preservados representação presente no Santuário
Capa do livro Eu vi a Mãe de Cristo, de Ronaldo Faria

A HISTÓRIA PRESERVADA EM LIVRO

Eu vi a Mãe de Cristo

De Ronaldo Faria, filho de Dr. Fausto de Faria, a obra preserva em forma de biografia a trajetória familiar ligada às Aparições de Nossa Senhora em Natividade.

Como adquirir: solicite informações sobre disponibilidade, valor e forma de aquisição pelo WhatsApp do Santuário.

Igreja Matriz de Natividade, Rio de Janeiro Igreja Matriz de Natividade — principal referência visual e histórica da cidade. Fotografia: Felix Silveira.

O LUGAR ONDE ESTA HISTÓRIA ACONTECEU

Natividade, RJ

No Noroeste Fluminense, Natividade é uma cidade de tradição religiosa e vida interiorana. Sua Igreja Matriz é uma das principais referências visuais e históricas da cidade. A história do município remonta ao início do povoado em 1821, e sua autonomia político-administrativa foi restabelecida em 1947.

Foi neste território, entre morros, propriedades rurais e o vale do rio Carangola, que a tradição local situa os acontecimentos iniciados em 1967 e que, com o passar dos anos, passaram a atrair peregrinos de diferentes regiões.

1821 início do povoado1947 autonomia municipal1967 primeiros relatos

VENHA CONHECER DE PERTO

Uma história que continua sendo acolhida em oração

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