Primeiro encontro
O primeiro relato ocorre quando Dr. Fausto de Faria estava sozinho, acompanhando trabalhos realizados na propriedade da família.
MEMÓRIA QUE ILUMINA
Conheça a história que deu origem ao Santuário, os acontecimentos preservados pela tradição local e os lugares que continuam acolhendo peregrinos em Natividade.
MARCOS DA MEMÓRIA
Uma síntese dos principais acontecimentos registrados na tradição histórica das Aparições de Nossa Senhora de Natividade.
O primeiro relato ocorre quando Dr. Fausto de Faria estava sozinho, acompanhando trabalhos realizados na propriedade da família.
Oito dias depois, a tradição registra novo acontecimento no mesmo local, desta vez enquanto outras pessoas estavam nas proximidades.
Neste dia é situada a primeira grande mensagem e o episódio da misteriosa pedra que teria surgido nas mãos do médico diante de testemunhas.
Um ano depois, os relatos preservados pelo Santuário registram uma nova aparição, acompanhada de uma mensagem mais longa.
A tradição documental ligada ao testemunho de Dr. Fausto registra, dez anos depois, um último episódio de despedida.
ONDE A HISTÓRIA COMEÇOU
Os cinco relatos preservados situam as Aparições em um mesmo ponto junto ao regato, na área rural de Natividade. É neste lugar que a memória das Aparições encontra seu núcleo físico e narrativo.
Hoje, o espaço preservado reúne o regato, a imagem de bronze e marcos que ajudam o peregrino a reconhecer o ponto ligado aos acontecimentos narrados por Dr. Fausto de Faria.

A HISTÓRIA PRESERVADA PELO SANTUÁRIO
Segundo a memória histórica preservada pelo Santuário, os acontecimentos foram vividos pelo médico e advogado Dr. Fausto de Faria, em terras da Fazenda Coqueiro, na região de Natividade – RJ. Os principais relatos situam os episódios entre 1967 e 1968, com um novo registro em 1977.
A partir dessa experiência nasceu uma devoção que reuniu famílias, peregrinos e comunidades em torno da oração, das mensagens transmitidas no relato do vidente e dos sinais associados à história das Aparições.
Fonte histórica principal: Eu vi a Mãe de Cristo, de Ronaldo Faria, 10ª edição (2024), que reúne o diário de Dr. Fausto, documentos, fotografias e testemunhos ligados às Aparições.


UM SÍMBOLO DA HISTÓRIA
O episódio da Cefas está ligado ao relato de 12 de julho de 1967 e ocupa um lugar central na memória das Aparições de Nossa Senhora de Natividade.
Preservada e exposta no Santuário, a pedra permite ao peregrino conhecer de perto um dos elementos materiais mais associados ao testemunho de Dr. Fausto de Faria e à história que se desenvolveu a partir daqueles acontecimentos.
Por estar diretamente ligada à narrativa das Aparições, sua história é apresentada aqui em continuidade com a linha do tempo, os registros históricos e os testemunhos preservados pelo Santuário.
UM TESTEMUNHO PARA O FUTURO
Filho de Dr. Fausto de Faria, Roberto acompanhou de perto a história das Aparições e a formação do Santuário. Este vídeo foi preservado como seu relato definitivo, uma referência para as próximas gerações sobre acontecimentos que ele viveu de perto ao lado da família.
“Nossa Senhora apareceu para nos ensinar o caminho da paz, da oração e da conversão.”Roberto Faria
MEMÓRIA EM IMAGENS
Fotografias, reportagens e documentos preservam diferentes momentos da história das Aparições, da peregrinação e da formação do Santuário.
O local das ApariçõesRegistro publicado pelo Jornal do Brasil em 1968.
Romeiros em 1968Visão geral dos peregrinos registrada em publicação histórica.
O retrato faladoApresentação da imagem em meio à romaria.
Registro da imprensaO retrato falado aparece entre peregrinos em reportagem de 1968.
Publicação de 1977Segunda edição de “Natividade — Aparições de Nossa Senhora”.
Documento de 1967Registro do Ministério das Minas e Energia sobre a amostra mineral apresentada por Dr. Fausto.
Primeira Missa autorizada pela DioceseRegistro da primeira Missa celebrada com autorização da Diocese, presidida pelo padre Alberto.
A réplica tomando formaRegistro da construção, em Natividade, da réplica da Casa de Nossa Senhora em Éfeso.
Clique em uma imagem para ampliar. Use as setas para navegar pelos registros.
DO TESTEMUNHO À REPRESENTAÇÃO
Após os primeiros relatos, a memória da aparência de Nossa Senhora foi registrada em desenhos, anotações e estudos produzidos a partir do testemunho de Dr. Fausto de Faria. Os traços originais preservados mostram a figura, detalhes e observações de projeto ligados à sua representação.
A composição ao lado aproxima esses registros históricos da imagem hoje presente no Santuário, evidenciando o processo visual que liga o retrato descrito nos estudos originais à representação devocional preservada na memória das Aparições.
A HISTÓRIA PRESERVADA EM LIVRO
De Ronaldo Faria, filho de Dr. Fausto de Faria, a obra preserva em forma de biografia a trajetória familiar ligada às Aparições de Nossa Senhora em Natividade.
Como adquirir: solicite informações sobre disponibilidade, valor e forma de aquisição pelo WhatsApp do Santuário.
Igreja Matriz de Natividade — principal referência visual e histórica da cidade. Fotografia: Felix Silveira.
O LUGAR ONDE ESTA HISTÓRIA ACONTECEU
No Noroeste Fluminense, Natividade é uma cidade de tradição religiosa e vida interiorana. Sua Igreja Matriz é uma das principais referências visuais e históricas da cidade. A história do município remonta ao início do povoado em 1821, e sua autonomia político-administrativa foi restabelecida em 1947.
Foi neste território, entre morros, propriedades rurais e o vale do rio Carangola, que a tradição local situa os acontecimentos iniciados em 1967 e que, com o passar dos anos, passaram a atrair peregrinos de diferentes regiões.
VISITE E CONTEMPLE
Conheça os espaços preservados pelo Santuário e os elementos que ajudam a contar esta história.

Um espaço marcado por agradecimentos e testemunhos deixados pelos peregrinos.
Conhecer
Um espaço de silêncio e devoção que integra o percurso de quem visita o Santuário.
Conhecer
Conheça o elemento material ligado à primeira mensagem e à história preservada desde 1967.
Rever a históriaVENHA CONHECER DE PERTO
Visite o Local das Aparições e percorra os espaços de memória, fé e peregrinação do Santuário.